Sobrevivendo no Inverno Europeu



Acostume-se com a ideia de frio
É inverno, é óbvio que vai fazer frio, então a primeira e mais importante dica é: acostume-se. Não com o frio em si, mas com a ideia de que a temperatura estará mais baixa do que você está acostumado, mas que, sim, vale a pena sair de casa. A tentação é grande, afinal, poucas coisas são melhores que cama e cobertor quando está frio, mas ficar em casa por temer a friaca só vai fazer você perder sua viagem.
A parte mais difícil do inverno é a preguiça - está escuro, está frio, não dá vontade de fazer nada... É contra a preguiça que você tem que lutar em primeiro lugar. A temperatura só vem depois disso: e garanto que o mais difícil é realmente sair de casa. Depois que você já tá na rua (obviamente bem protegido), o inverno não parece nenhum monstro.

Se possível, chegue antes do inverno começar
A dica é para quem está desacostumado com temperaturas baixas, não necessariamente temperaturas abaixo de zero. Se sua cidade não tem invernos com temperaturas abaixo de 10º C, se possível, planeje sua chegada no outono. A ideia é basicamente acostumar seu corpo com temperaturas menores.
Na sul da Alemanha, por exemplo, o inverno pode registrar temperaturas de -20º C e chegar já em uma temperatura tão extrema pode ser um choque. Chegar antes permite que seu corpo sinta e se acostume gradativamente com a queda de temperatura - e também permite que você se prepare no quesito roupas e acessórios.

Invista em um bom casaco
Casacos comprados no Brasil pouco ajudam no inverno europeu, já que são considerados casacos de meia-estação (Primavera e Outono). O ideal é comprar no destino, pois em geral são mais baratos que no Brasil e são exatamente o que você precisa pra lidar com o inverno. Os casacos devem ser impermeáveis para a neve e revestidos por dentro para manter a temperatura. Cheque também se seu casaco barra o vento, um dos principais vilões do inverno.

Mantenha as extremidades aquecidas
Você sabe que a sensação de frio é causada pela perda de calor, certo? E as extremidades (pés, mãos, ouvidos) são as primeiras a sofrer com isso, pois é onde o bombeamento de sangue, e também o calor, tem maior dificuldade de chegar. Deixar esses pontos desprotegidos é frio na certa e, o que é pior, dor. Sim, os dedos chegam a doer se estiverem muito frios. Vale a pena cuidar deles: a sensação corporal melhora muito.
Meias grossas - ou até mesmo duas meias -, gorros e luvas são acessórios importantíssimos nessa época. Especificamente quanto as luvas, prefira as luvas de couro, que protegem melhor que as de lã, que deixam o frio passar pelos seus furinhos. São relativamente mais caras, mas valem a pena durante a época de neve.

Proteja costas e pescoço
Costas e pescoços desprotegidos são os maiores causadores de doenças durante o inverno, principalmente por serem partes mais quentes do corpo e mais sensíveis às mudanças de temperatura. Claro que às vezes queremos usar algo mais ousado para sair à noite, mas guarde seu modelito para o momento em que estiver em um local aquecido. A grande maioria dos estabelecimentos possuem guarda-volumes por um euro e, de qualquer forma, as pessoas não costumam mexer nos casacos dos outros, então não fique preocupado em ter que carregar o casaco. Vá e volte protegido - sua saúde agradece.

Aposte numa boa segunda pele
O casaco é importante, sim. Mas só o casaco não vai te manter protegido. Você também vai precisar de uma segunda pele, que nada mais é do que roupas térmicas que você usa por baixo das suas roupas. Elas ajudam - e muito - a manter a temperatura do seu corpo. Existem diversas marcas e até distinções entre as segundas peles, considerando as temperaturas ideais para que sejam utilizadas.
Uma das minhas marcas preferidas é a Uniqlo. A roupa é finíssima, parece que não tem nada por baixo, mas é sensacional. Tecnologia japonesa: não poderia ser diferente. De fato, não é barato, mas faz toda a diferença na hora de montar as camadas.

Use sapatos impermeáveis e palmilhas térmicas
Lembra  que conversamos lá em cima sobre a necessidade de manter as extremidades aquecidas? Essa dica nada mais é do que um desdobramento daquela, especificamente para os pés.
Nada é pior do que pé molhado no inverno: você terá a sensação de frio o dia todo. Alguns sapatos daqui já são impermeáveis, impedindo que a neve chegue aos pés; há também bons produtos que impermealizam sapatos e são uma boa opção para quem não quer comprar sapatos novos.
As palmilhas térmicas também ajudam a manter o pé aquecido. A parte de baixo é um isolante térmico, enquanto a parte de cima, que fica em contato com a meia, apresenta pelugem que mantém a temperatura. Ajuda principalmente nos tênis ou sapatos que não são tão quentes naturalmente. A boa noticia? É super barato. Por apenas um euro, você encontra em várias lojas, tais como a DM.


Carregue um par de meias extras
Pela mesma lógica dos sapatos impermeáveis, a ideia é proteger os pés de eventuais ataques aquáticos. Se por algum evento da natureza seus pés ficarem molhados, basta trocar a meia para se sentir como novo.

Alimente-se bem e hidrate-se
A baixa temperatura faz com que seu corpo gaste mais energia então é normal sentir mais fome. Diminua o intervalo entre as refeições com um pequeno lanche, assim você manterá seu corpo com energia o suficiente para te manter aquecido. Capriche na água também - não é como beber água no verão, é fato, e você provavelmente vai mais vezes no banheiro, mas seu corpo irá agradecer.

Abuse de alimentos e bebidas quentes
Chá, café, chocolate quente, sopas, alimentos termogênicos como canela e gengibre são uma ótima pedida durante o inverno. Além de alimentar, eles vão te esquentar, melhorar a circulação sanguínea e isso fará você se sentir melhor. O importante sempre é se manter aquecido.

Retire o casaco em ambientes aquecidos
Assim que adentrar um ambiente aquecido, retire acessórios e casaco. Isso ajudará seu corpo a se aquecer e se acostumar com a temperatura ambiente sem o casaco. Sim, seu corpo deve se acostumar a ficar sem o casaco quando você estiver em ambientes fechados. A lógica é simples: do lado de fora, está muito mais frio. Se você ficar com o casaco do lado de dentro, na hora que sair, a temperatura será pior.
A regra só vale, contudo, quando for realmente passar algum tempo dentro do local. Se é apenas uma entrada rápida, vale a pena apenas abrir o casaco e tirar luvas e gorros, para que o corpo sinta a mudança de temperatura.

Não fique parado
O inverno chega mas a vida tem que continuar - e isso significa ir para a faculdade, para o curso, para a balada. E isso também inclui eventualmente esperar o ônibus no ponto. Vale a pena sim olhar o horário do ônibus e chegar com o tempo milimetricamente calculado, mas no inverno até a pontualidade alemã se perde e você eventualmente terá que esperar. Se isso acontecer, não sente: se movimente. Isso ajudará seu corpo a se manter aquecido.

Jugendherberge Passau



Estadia: 1 noite
Nota: 3/5

No geral, o hostel é bom. Organizado, bem cuidado. A apresentação é boa. O prédio, apesar da aparência de antigo, é muito bonito. Por dentro, é moderno e maior do que aparenta.
O quarto em que fiquei, para seis pessoas, não era dos maiores, mas seria confortável para todos os hóspedes se estivesse cheio. Não estava. Tinha apenas eu e mais uma hóspede dentro do quarto. Como quase não a vi enquanto estava no quarto, por pouco não pareceu que estava em um quarto privativo.
As camas são boas, mesmo as de beliche. A beliche de cima talvez seja um problema para pessoas muito altas, pois é relativamente próxima do teto, que é baixo.


Tem um grande número de tomada no quarto, mas, pelo menos no meu, não tinha tomadas perto das camas (considerando que minha cama era na beliche, em cima, realmente não tinha tomada para "mim").
Os banheiros são bons e bem próximos dos quartos. Apesar de serem divididos, tem banheiros para cada conjunto de quartos, então a divisão com um número menor de pessoas.
O hostel fica no meio de um morro. A subida, apesar de um pouco chata pela inclinação (20º, como a placa logo no inicio bem diz), não é longa, mas é pesadíssima para grandes bagagens. Se estiver com mala grande, esse hostel não é a melhor das opções. Eu fui para lá com duas malas de 23kg, mas subi de táxi. Do contrário, sem chance.
O hostel também não conta com elevador, ou seja, mais um ponto contra grandes bagagens. Para quem estiver fazendo mochilão, talvez não seja tão ruim. O problema mesmo é se a mala for de rodinhas por causa da inclinação.
As funcionárias (que, acredito, serem todas mulheres, pois não vi nenhum homem) foram simpáticas. De fato, só conversei com duas, uma no dia que cheguei, no final da tarde, e outra de manhã, na hora do check-out, mas as duas foram atenciosas e pacientes com meu péssimo alemão.
O café da manhã está incluso, mas o horário é curto: das 7h00 às 9h00. Meu jet-lag me impediu de provar o café da manhã, então não posso comentar a respeito.
Tem muita natureza por perto. Acredito que uma parte seja para fazer trilha. Tem também um museu (Veste Oberhaus) e um café (Burg Café & Burgeschänke Oberhaus). O local é bem gostoso, na verdade. Muito acolhedor.
O maior problema é a falta de iluminação no caminho. Saindo da F.-Wagner-Strasse, é preciso pegar uma rua de pedra morro acima, que é toda cercada por árvores. Não tem iluminação alguma neste caminho, então para sair e voltar durante a noite, só com lanterna. Como disse, a subida não é longa, mas foi de certa forma incomoda naquela escuridão.

Fantasilandia


When I was in Chile, in February of this year, me and Martin, my friend from Argentina, we decided to go to the theme park Fantasilandia, in Santiago. I was crazy to go right from the moment I saw the pictures. Martín tries to look cooler most times, but he couldn't say no because he had never been to a Theme Park.

Considering the references we saw, I was not expecting a lot. Especially by the time we arrived: Fantasilandia was inside a normal a park, the O'Higgins Park. I was wondering that it would be one of those parks with childish toys.

It was a really good surprise, thou. Fantasilandia is well current - when we went, it actually had new attractions, which means that there is still a concern with the attractions, i.e. no old toys.



There're attractions for everyone - those with water that get you wet until upside down roller coasters. A strong point's they actually tell you the target audicience for each attraction, featuring the levels of adrenaline that it generates (Eeectrifying, moderate and childish).

As the park was relatively empty that day (we were there on a Friday out of the holiday time), we try to go to all of actractions (except the children's area, because, for obvious reasons, we couldn't get in), but, clearly, the most electrifying ones called us all  time.



Martín fell in love with Raptor, a roller coaster that turns upside down. I believe that we've been there about three or four times, or maybe more. I don't really remember the quantity - what I remember is Martín deciding that, before we leave, the last actraction we would go was the Raptor, since it was the best of all and we should close the day with a golden key.

Raptor is sensational indeed. Even though I'm so in love with theme parks, I had never been in an upside down roller coaster, so I was almost as crazy about that as Martin. Still, my favorite was the Boomerang, which it was like a looping back and fore.


Either way, both Raptor and Boomerang were our TOP2. All others were good, but these two were unbeatable. Beside them, one of our favorites was Tren Minero, which is another roller coaster, but a little more traditional.


We ended up going just once in Tren Minero, because it had one of the biggest rows. Nothing too much, however; at most, ten minutes. The good part of waiting, thou, was that we got to know two chileans brothers, who, after that, accompanied us during the rest of the afternoon. It was fun to have more people to share the park - even better: they both were crazy about Raptor and Boomerang.

Another atraction that is worth mentioning is Air Race. It's also in electrifying category: you come in a spaceship that reminded me a lot Buzz Lightyear. There are several ships in a circle. Basically, you're spun around the centre of the toy, but the ship goes up and down at the same time in which it turns upside down. Talking like that, it seems a little cloying, but it is very good.

Unless you have weak stomach.

Kamikaze and Evolution are classics, so I don't need to talk much further but confirm that there's also a version of them in Fantasilandia.

As for the price, the entire entrance costs 13.000 Chilean pesos, which, at the time that I was the, it was something around 20 dollars. It was not exactly cheap, but it's the price of theme parks. In fact, compared to Hopi Hari, here in São Paulo, it's cheaper and way better.

We took food from home and it was okay to get in. In addition to the snacks that we took, we ate hotdog too. Like all theme parks, there're several kiosks with the junk food (hotdog, hamburger, popcorn and so on). There's a restaurant too, but neither I nor Martín are responsible adults concerned about decent food, so I can't tell if it's good or not.


Anyway, I only have good things to talk about Fantasilandia. Very well worth. If ever I go back to Santiago , I'm sure I'll get back there. Shall we?

Fantasilandia




Quando estive no Chile, em fevereiro deste ano, eu e Martín, o meu amigo argentino, decidimos ir ao parque de diversões Fantasilandia, em Santiago. Criançona que sou, fiquei louca para ir no momento que vi as fotos. Martín tenta se fazer de mais maduro, quero dizer, de mais cool na maior parte do tempo, mas não conseguiu dizer não, até porque ele nunca tinha ido num parque de diversões.

Pelas referências que vimos, não estava esperando muita coisa do local. Principalmente na hora que chegamos: o parque de diversões é dentro de um parque, o Parque O'Higgins. Fiquei imaginando que seria mais um daqueles parques com brinquedos simples e infantis. Que nada.

Foi uma surpresa muito boa. O parque é bem atual - e quando fomos, tinha atrações novas, o que significa que ainda havia uma preocupação com as atrações, ou seja, nada de brinquedos velhos.

Foto tirada pelo Martín

Tem atrações para todos os gostos - desde aquelas que molham até montanhas russas de ponta cabeça. As atrações apresentam também o público alvo, tanto no mapa quanto na entrada, apresentando os níveis de adrenalina que ela gera (eletrizantes, moderados e infantil).

Como o parque estava relativamente vazio no dia (fomos em uma sexta-feira fora do período de férias), tentamos ir em todos os brinquedos (menos os da área de crianças, porque, por razões óbvias, não podíamos entrar), mas claramente os mais eletrizantes nos chamavam o tempo todo.

Martín se apaixonou de cara pelo Raptor, uma montanha russa que nos gira de ponta cabeça. Acredito que fomos umas três ou quatro vezes na montanha russa, ou talvez mais. Não lembro realmente a quantidade - o que me lembro é que Martín se decidiu que, antes de irmos embora, o último brinquedo que deveríamos ir era no Raptor, já que era o melhor de todos e devíamos fechar com chave de ouro.

De fato o Raptor é sensacional. Mesmo apaixonada por parques de diversões, nunca tinha ido numa montanha russa que virasse de ponta cabeça (nem o Hopi Hari nem o antigo Playcenter tinham, infelizmente), então fiquei quase tão doida por aquela montanha russa quanto ele. Mas o meu preferido ainda foi o Boomerang, que que era como um looping de frente e de costas.


De qualquer forma, tanto o Raptor quanto o Boomerang estavam no TOP2 dos dois. Todos os outros eram bons, mas esses eram imbatíveis. Um dos nossos favoritos foi o Tren Minero, que é outra montanha russa, mas um pouco mais tradicional.

Acabamos indo só uma vez no Tren Minero, até porque foi a maior das filas. Nada demais, contudo. No máximo uns dez minutos. A parte boa da demora é que conhecemos dois irmãos chilenos que, depois disso, nos acompanharam pelo resto da tarde. Foi divertido ter mais gente para compartilhar o parque - ainda mais que eles também curtiram tanto o Raptor e o Boomerang.

Outro brinquedo que vale a pena mencionar é o Air Race. Ele também está na categoria dos eletrizantes você entra uma nave espacial que me lembrou muito o Buzz Lightyear. São várias naves em círculo. Basicamente, você é girado ao redor do centro do brinquedo, mas a nave sobe e desce ao mesmo tempo em que gira de ponta cabeça. Falando assim, parece um pouco enjoativo, mas é muito bom.

Claro, considerando que você não tenha estômago fraco.

O Kamikaze e o Evolution são os clássicos de todos os parques de diversões, então não preciso falar muito mais além de confirmar que também tem uma versão na Fantasilandia.

Quanto ao preço, a entrada inteira custa 13.000 pesos chilenos, o que, na época que eu fui, estava por volta de R$ 70,00. Não é exatamente barato, mas é o preço de parques de diversão. Aliás, comparando com o Hopi Hari aqui de São Paulo, está mais barato e valendo mais a pena.

Levamos comida de casa e foi super tranquilo de entrar. Além dos lanches que levamos, comemos hotdog também. Como todos os parques, tem vários quiosques com as tranqueiras que adoramos (hotdog, hamburger, pipoca e por ai vai). Tinha restaurante também, mas nem eu nem Martín somos adultos responsáveis preocupados com comida decente, então não posso dizer se é bom ou não.

Enfim, só tenho coisas boas para falar do Fantasilandia. Valeu muito a pena. Se eu voltar a Santiago alguma vez, com certeza estará em meu roteiro passar por lá mais uma vez. Vá, sem medo de ser feliz. 





Obs.: Tirando a foto de capa, todas as outras fotos, bem como o vídeo, foram tiradas pelo Martín

Coco Bambu



On the last Father's Day, I went with my family to Coco Bambu - Analia Franco. It's a restaurant specialized in seafood, which, I must say, surprised me. I am not exactly fan of seafood, but I was forced to surrender to this restaurant.

The atmosphere is very good. There are two floors, with more than one environment - at least on the lower floor. I was on the ground floor, in the back, where there are big tables. There, the low lighting gives a warm feeling, well familiar, and they have round tables for ten people, which, for me, it's a strong point, since you can see and chat with everyone.

The waiters were friendly and helpful - they even got us more chairs when we needed it. Impeccable treatment. The only problem was that the food took a while to come - it wasn't a stressful delay, but it wasn't the fastest restaurant ever.
The delay, however, was compensated for the taste.

As we were eight, we ordered three plates:

(1) Camarões aos Quatro Queijos, which is, basically, shrimps with four cheeses sauce and white wine, served with rice and potato straw.
(2) Camarões Grelhados, shrimps with garlic and parsley in olive oil, served whith by rice and vegetables.
(3) Camarão Mediterrâneo, smothered shrimps, served with white sauce and rice.

As you can see, my family loves shrimps. My favourite plate was Camarão aos Quatro Queijos, thou.  The sauce was incredibly tasty. I think is something about the white wine. By far my favorite - I actually served myself with Camarão Mediterrâneo and put the sauce Four Cheeses on top of it.

The menu says that these first two dishes serve two people. As everyone took some out of the three of them, I can't tell if it serves more than two people or not. I would say they don't serve more than three.

The third dish, however, serves four people . It looks like a risotto - the shrimp comes with rice. It's  really tasty and serves well. Probably the best option among the three dishes in the cost-benefit issue.

A positive point (at least for me) is the juice jar. I'm in love with juices, so I'm always angry with tiny glasses costing nearly R$ 15.00. Only thing I did not like was the Piña Colada I ordered. Particularly, I just like sweet drinks (me and my child's mouth) and Piña Colada was way too bitter for me. I never asked for changing, as I have done elsewhere. I tried putting little sugar, but I didn't work. I ended up asking a juice soon after.

Finally, the best part of every meal: dessert. Our table was a festival of desserts, because the menu is huge. At least twenty different desserts - it's quite hard to choose. Maybe that's why I ended up in the classic Papaya Cream, my favorite. It was very good: it couldn't go wrong anyway.


My family, more adventurous than I, asked for Almonds Petit Gateau, which was delicious  (I stole a piece from my sister, judge me) and the classic Chocolate Petit Gateau (I didn't taste, but in the words of my cousin, It was deli).


As for the price, the food cost on average R$ 150.00, which would give an average price from R$ 60.00 to R$ 80.00 per person. I'm not sure of all prices, because I ended up looking  just shrimps, but there were other options on the menu (meat, fish, among others) and I do not remember the average values ​​for these dishes.

There are several units of this restaurant around Brazil, just check here. For units in São Paulo, you can make reservations by Restorando.

The Analia Franco unit, in particular, will not make reservations for Sunday. If the idea is to have lunch there that day, go early because the restaurant fills up and the wait is long, as in any good restaurant in São Paulo. When I went, we arrived around 11:45.

Either way, highly recommended restaurant.

Gastronomia: Coco Bambu



No último Dia dos Pais, fui com a minha família no restaurante Coco Bambu - Anália Franco. É um restaurante especializado em frutos do mar que, devo dizer, me surpreendeu. Não sou fã de frutos do mar, mas fui obrigada a me render a este restaurante.

A atmosfera do restaurante é muito boa. São dois andares, com mais de um ambiente - pelo menos no andar de baixo. Fiquei no térreo, na parte de trás, onde ficam as mesas grandes. A iluminação baixa dá uma sensação acolhedora, bem familiar, e eles têm mesas redondas para dez pessoas, o que, para mim, é um ponto forte, já que você consegue ver e conversar com todos os presentes.

Os garçons foram extremamente simpáticos e prestativos. Até nos arranjaram mais cadeiras quando precisamos. Tratamento impecável nesse sentido. O único problema foi que a comida demorou um pouco para chegar - não foi uma demora estressante, mas não foi dos restaurantes mais rápidos.

A demora, contudo, foi compensada pelo sabor.

Como estávamos em oito, pedimos três pratos:

(1) Camarões aos Quatro Queijos, que é, basicamente, camarões com molho de quatro queijos (mas jura?) e vinho branco, acompanhados de arroz com passas e batata palha.
(2) Camarões Grelhados, camarões com alho e salsinha no azeite, acompanhados de arroz e legumes.
(3) Camarão Mediterrâneo, camarões refogados, servidos com molho branco e arroz.

Como podem ver, minha família nem gosta de camarão. Dos três pratos, o meu preferido foi o Camarão aos Quatro Queijos. O molho é muito saboroso. Acho que o diferencial é o vinho branco - não tem nada a ver com as pizzas de quatro queijos que comemos por ai. De longe, meu preferido. Tanto que me servi dos Camarões Mediterrâneo e coloquei o molho de Quatro Queijos por cima.

No cardápio está que os dois primeiros pratos servem duas pessoas. Como todo mundo pegou um pouco dos três, não sei dizer se serve mais de duas pessoas ou não. Pelo tamanho, não acho que sirva mais do que três.

O terceiro prato, contudo, serve pelo menos quatro pessoas que comam bem. O terceiro prato parece meio que um risoto - o camarão já vem junto com o arroz. É gostoso e rende bem. Provavelmente a melhor opção entre os três pratos na questão custo-benefício.

Um ponto positivo (pelo menos para mim) é a jarra de suco. Eu sou apaixonada por sucos, então fico sempre revoltada com copos de sucos minúsculos custando quase R$ 15,00. Todos os sucos e a água de coco estavam refrescantes.

Única coisa que não gostei foi a Piña Colada que pedi. Particularmente, só gosto de drinks doces (eu e minha boca de criança) e a Piña Colada estava muito amarga para minha boca. Não cheguei a pedir para trocar, como já fiz em outros lugares. Coloquei um pouco de açúcar, mas nem assim. Acabei pedindo um suco logo depois.

Por fim, a melhor parte de todas as refeições: a sobremesa. Nossa mesa foi um festival de sobremesas, até porque o cardápio é enorme. Pelo menos vinte sobremesas diferentes - fica até difícil de escolher. Talvez por isso acabei ficando no clássico Creme de Papaya, meu favorito. Estava muito bom: não tinha como errar.




Minha família, mais aventureira que eu, ainda pediu Petit Gateau de Amêndoas, que estava delicioso também (roubei um pedaço da minha irmã, me julguem) e o clássico Petit Gateu de Chocolate (esse não provei, mas segundo as palavras de minha prima, estava deli).



A apresentação de todas as sobremesas é maravilhosa - daquelas que comemos com os olhos. Quando fui tirar as fotos, quase tomei bronca de pessoas desesperadas para experimentar. Valeu a pena - uma sobremesa melhor que a outra.

Quanto ao preço, os pratos custam, na média, R$ 150,00, o que daria um preço médio de R$ 60,00 a R$ 80,00 por pessoa. Não posso dar a certeza de todos os preços, porque acabei olhando apenas os camarões, mas havia outras opções no cardápio (carnes, peixes) e não me recordo dos valores médios destes pratos.

Há diversas unidades deste restaurante pelo Brasil, basta conferir aqui. Para as unidades em São Paulo, dá para fazer reserva pelo Restorando: Anália Franco, JK e Market Place.

A unidade Anália Franco, especificamente, não faz reservas para domingo. Se a ideia é almoçar lá neste dia, vá logo cedo, pois o restaurante enche e a espera é longa, como em qualquer restaurante bom em São Paulo. Quando fui, chegamos por volta das 11:45. Chegamos antes de parte da minha família - mas pedimos um couvert (Couvert Especial: camarão, berinjela, tomate... Uma delícia) e nem vimos o tempo passar.

Restaurante muito recomendado.